Jeitinho brasileiro na terra da rainha...
19:51 | Author: Baile Átha Cliath

Bah pessoal, o que aconteceu (ou quase aconteceu, vou deixar o suspense) em Liverpool, foi sem dúvida, um dos maiores cagaços que já passei viajando, talvez o piripaque que deu em Bariloche em 2007 tenha sido de ordem semelhante.

Tínhamos planejado uma viagem em estilo low budget, claro. Essa estratégia implicava chegar em Liverpool domingo de manhã cedo, passar o dia paleteando (do verbo paletear) as mochilas para cima e para baixo e, ao final, dormir no aeroporto já que nosso vôo saia ás 6:50 de segunda feira. Tudo correu conforme o plano até segunda feira de manhã, mas acabamos dormindo muito no aeroporto, foi aí que começou a novela - COCHILOU O CACHIMBO CAI!

Eu na verdade nem dormi até as 3 da manhã passadas, já que os lugares para se aprochegar eram extremamente desconfortáveis e fazia um friozaço dentro do aeroporto. Fiquei meio revoltado com isso, a galera da administração do aeroporto nem pra colocar o aquecimento ligado pra galera foi sacanagem. Bueno, lá pelas 3 liberou um sofá pra eu dormir, dormi instantaneamente. Tic-Tac, passou o tempo, e lá pelas 5 começamos a nos mexer para embarcar. Nem nos amarramos muito, foi tirar as horas mal dormidas da cara e se dirigir ao portão de embarque. Na ida, o procedimento em Sevilla tinha sido muito tranqüilo, levamos uns 10 minutos para passar pelo raio X e demais tramites pré embarque.

Em Liverpool a situação estava bem diferente, tinha uma fila gigante, uma gritaria, gente furando fila, gente passando mal e desmaiando, guardas despreparados e nervosos, uma tremenda farofada.

O tempo foi passando e nós não nos aproximávamos do raio X, começou a bater um desespero. Tentamos de todas as formas, falar com várias pessoas diferentes sobre a nossa situação de que perderíamos nosso vôo se algo não fosse feito mas NADA. No Reino Unido eles são extremamente meticulosos no raio X, TODOS devem tirar o sapato, cinto, celular e o que seja até que a maquina não acuse absolutamente nada de metal contigo, é foda.

Quando finalmente chegou a nossa hora, estava exatamente na hora (6:50) que o avião deveria estar decolando (o prazo de fechamento dos portões de embarque já tinha expirado há uns 40 minutos). Fiquei para trás do pessoal, que saiu numa marcha desvairada tentando deter o "bixo véio". Fiz uma malandragem das boa, meti tudo que era de líquido nos bolsos porque não tinha os plasticozinhos adequados, essa sempre funciona, fica a dica. Passei zunindo pelo raio X, nem amarrei os cadarços do tênis e já saí correndo pro portão de embarque. Já sentia aquele nó na garganta, não ia dar certo, eu ia cruzando os portões de embarque em um ritmo extremamente desanimador: cada 20 passos passava por 1. Nesse ritmo seriam 800 passos até chegar ao portão 40!!! Do nada, no meio do caminho uma mulher me pergunta pra qual portão eu ia, falei 40, esbaforido, ela me indicou um atalho. Sai pelo meio de uma saída de emergência que levava direto pro 40, cheguei antes que a galera.

Quando visualizei o portão, junto dele vi um cara receber informações no rádio e, na seqüencia, fechar a porta na minha cara. Parecia cena de filme. Na hora já esbocei a indignação, mal tinha começado a argumentar e já escutei a galera chegar atrás de mim para ajudar. Com todo o stress e emoção da hora fica difícil precisar quanto tempo ficamos ali, logo depois já chegaram uns espanhóis para reforçar nossa pelea. Começamos a tentar "ganhar no grito" mas os guardinhas estavam inflexíveis, a principio eles só cumpriam ordens e não tinham autonomia para abrir a porta. Lá pelas tantas, quando eu já tinha desistido, eles liberaram - a essas alturas já estavam tentando nos conformar de que seria necessário comprar mais uma passagem e a minha flatmate Marina já tinha atirado a mochila dela no chão de raiva.

Entramos na aeronave e encaramos aquela cara de desaprovação dos demais passageiros com uma alegria indescritível, conseguimos embarcar!!!

Foi mais ou menos isso, hehehe. Teria sido a coisa mais idiota do mundo dormir no aeroporto, chegar 7 horas antes do vôo e perdê-lo. Ainda bem que deu tudo certo!
Liverpool, copada!
18:31 | Author: Baile Átha Cliath

Sem muita inspiração pra escrever mas não quero acumular muita coisa pra registrar mais tarde.

Liverpool é bem simples de descrever o que foi: DEMAIS!
Eu tinha uma espectativa bem baixa da cidade, achando que realmente tudo girava em torno dos Beatles, que onde quer que eu fosse eu veria referencias da banda e seria mais ou menos isso - o que já me bastaria. Mas a idéia de "disneylandia para beatlemaníacos" foi precipitada, a cidade é muitíssimo mais que isso. Impressiona pelo capricho, modernidade e dinâmica. É uma das cidades mais modernas que já fui na Europa, impressionante a estrutura que ela tem. Um porto parecido com o de Barcelona (até certo ponto, claro) que é um baita charme. Eu simplesmente não queria ir embora da cidade (e quase não fui, hehehe), definitivamente na lista de cidades que eu moraria nem que fosse provisóriamente - RECOMENDADO.

Fizemos o bustour dos Beatles, The Magical Mistery Tour, que foi emocionante! Tinha um enfoque bem histórico e musical, passamos pelas casas onde eles moravam, os lugares onde se conheceram, as escolas onde estudaram e muitos outros. A parte apelativa, no bom sentido, foi passar por Penny Lane escutando a música, fizemos o mesmo em Strawberry Fields, foi de arrepiar.

Fechamos a viagem indo ao Cavern Club. Já que não tínhamos hostel, entramos todos com as mochilas nas costas, foi meio bizarro, mas é exatamente esse tipo de perrengue que nós levamos das viagens como experiência. Rolou um showzinho estilo rockabilly com várias músicas dos Beatles, rolava um público mais velho no Pub - dava pra ver nos olhos deles a emoção.
Manchestaaaaaahhh
14:19 | Author: Baile Átha Cliath

Ficamos pouco tempo nessa cidade, um dia. Copamos ao estilo Cauê, na cavalice. Deu tempo de fazer dois walkink tours diferentes, socializar com a galera do hostel a ponto de juntar uma orda de uns 12 neguinho para ir a Sankeys - novamente, uma das melhores boates eletronicas do mundo.

É a cidade européia mais feia que eu já fui, de longe. As marcas da revolução industrial são muito claras, ao invés da arquitetura bacana que sempre tem nos centros das cidades européias, rolam uns galpões sujos e quadrados. A cidade foi totalmente transformada, poucos prédios caprixados sobraram. Existe uma idéia de funcionalidade muito forte, tudo é racionalizado para evitar o desperdício - de espaço, dinheiro, trabalho e etc.

Para se ter uma idéia, existem prédios importantes com uma fachada bonita mas que, dos lados e atrás, são crivados de tijolos.

No mais, é um lugar bem inspirador. Foi ali que Marx e Engels fizeram suas pesquisas de campo sobre a clase trabalhadora para elaborar, mais tarde, o Manifesto do Partido Comunista. Documento que determinou as bases do sistema socialista e que mudou radicalmente o mundo.
A rainha é barra pesada
12:56 | Author: Baile Átha Cliath

Reino Unido copado mais uma vez.

Já somo 15 dias em solo britânico juntando as duas trips. Dessa vez tive a impressão de que a coisa não fluiu tão bem quanto da primeira ida. Certamente o inglês está pior agora e o ouvido já não tem aquela sintonia fina para entender o sotaque dos caras. Me virei de boaça, mas me irritou que algumas vezes adivinhavam que eu era latino pelo sotaque (ainda que eu tenha uma lata de coxa branca).

O tempo estava incrível. Foram 7 dias de sol intenso, levamos o sol senegalês da Andaluzia para a terra dos Oasis, Joy Division, The Beatles, The Rolling Stones, Blur, Black Sabbath, Cream, Coldplay, The Clash, Eric Clapton, The Kinks, Led Zeppelin, Pink Floyd, The Police, Queen, Radiohead, The Who, The Cure e.............. Nunca na história do Reino Unido fez um tempo tão bom, só pela noite que dava uma esfriada mas não chegava a comprometer.

Reforcei tudo que eu já tinha visto em Londres e fiz alguns passeios novos como Primrose Hill, London Eye e Greenwich. Além disso, fizemos duas noites bem legais. Uma delas foi um Pub Crawl e a outra na Fabric, uma das melhores boates eletronicas do mundo - http://www.fabriclondon.com/
Eram 3 pistas principais, numa delas rolava musica ao vivo, na outra um som eletronico mais popular e na ultima um som eletronico com DJ performático. As bandas que tocaram eram tão alternativas que tinha que se esforçar para "digerir" o som, até mesmo pra mim que curto muito som ao vivo com a idéia de quanto mais bizarro melhor - me lembrou do festival de poesia Slovena que vi em Lubjana: um cara declamando em sloveno num palco ao lado de um outro maltratando um baixo.
O DJ mandava bem demais na técnica, incrível.

Comprei a jaqueta do House em Camden Town, na real é até mais bonita que a do House, mandei bem demais!


Córrse I´m Scotch
13:40 | Author: Baile Átha Cliath


Primeiro quero registrar aqui, já que me esqueci no outro post, meus agradescimentos pras gurias que me hospedaram tão bem lá em Londres. Acomodação show de bola, com direito a bolinho de boas vindas à terra da Rainha.

Beleza, hora de falar da Escócia.


Foi uma enfiada de 9 horas de bus de Londres a Edinburgo por uma companhia viária BEM chinela. A poltroninha era dura na queda, literalmente, não reclinava mais do que três dedos. Nem me animei a dormir nestas condições, resolvi deixar a ansiedade tomar conta e ficar acordadão. Já em território escocês, bem cedinho da manhã, deu pra ver umas paisagens sensacionais de dentro do bus. Toda a galera dormindo e eu lá louco pra compartilhar aquilo com alguém. Tentei acordar a galera sem sucesso, todos estavam mortos. Peguei a câmera mas as fotos ficaram muito ruins com o bus em movimento. Essa parte da viagem vai ficar só na memória mesmo.

Chegando lá, nos agilizamos na rodoviária em como nos organizaríamos no dia, visto que eu e o André surfamos um sofá de um casal polones, e as gurias, junto com um flatmate delas, foram prum hostel. Essa primeira experiência de surfar o sofa foi show. A galera era super hospitaleira e nos paparicaram bastante, com direito a culinária polonesa de primeira qualidade na primeira noite.

Primeiro dia demos uma banda pelo centro, conhecemos o castelo de Edinburgo, fizemos o caminho real, fomos ao parlamento, alguns prédios antigos legais e subimos uma colina ao sudeste do centrão que dava pra ter uma vista bem legal da cidade inteira. Umas das impressões que tive foi de que a cidade parece bem interiorana. Mesmo na parte histórica de noite, pouquíssimas pessoas marcavam presença. Sei que fomos fora de temporada, e que, segundo wikipédia, Edinburgo dobra o número de habitantes durante o verão - de 400mil pra 800mil. O André tirou onda da minha cara quando fiz a comparação, mas o clima na capital escocesa me lembrou Cachoeira do Sul. hehehe, Cauê caipirão. Péraí que vou explicar: As ruas são meio mal iluminadas, talvez propositalmente, pra dar um charme gótico na cidade, a atitude das pessoas achei parecida também, e ahh, sei lá uma série de outros fatores...

Segundo dia agendamos o bustour pelo norte da Escócia, diga-se de passagem, nessa viagem utilizamos os mais diversos meios de transporte: Avião, ônibus, metro, barco e canelinha vélha de guerra, óbvio.
O trajeto incluiu: Kilmahog, Glencoe, Fort William, Spean Bridge, Loch Ness, Inverness e Pitlochry. Só o sotaquezão do guia já valia o ingresso de estudantes que pagamos, impagável! Ficamos o dia todo fora e na volta tentamos achar as gurias no hostel sem sucesso. Esperamos mais um pouco, bebendo um Whisky escocês num pub, tentamos de novo sem sucesso. Daí resolvemos ir pra casa que estávamos acomodados porque não queríamos ser inconvenientes e chegar na madrugada acordando todo mundo.
London was calling, so...
12:58 | Author: Baile Átha Cliath

As duas cidades vistas nessa trip eram bem diferentes do que eu esperava.

Londres é loucura! Achei que eu era do asfalto e que não me cagaria pra cidade nenhuma do mundo, ainda mais depois de ter ido a São Paulo. Mas me senti um fazendeiro de Tres Forquilhas indo pra cidade grande pela primeira vez. Só faltava o capinzinho no canto da boca e o poncho véio atirado por cima das paleta. Estávamos eu e o André na Victoria Station de Londres recebendo encontrão dos londrinos correndo de tudo que é lado cada um indo pra um lugar diferente. Nas escadas rolantes do metrô a galera que ta sem pressa se amontoa do lado direito enquando os apressados vão desabando pelo lado esquerdo. De qualquer forma uma das coisas que mais me impressionou foi a malha ferroviária do Underground (ou Tube), é muito eficiente, rápido e prático. Chegando do aeroporto na Victoria Station, compramos um Oyster (ticket) de 26 Libras que nos dava direito de usar todas as linhas de metro e onibus a qualquer hora, quantas vezes fossem necessárias, pelo periodo de uma semana. Puff, matamos o gasto em transporte com 26 conto. Barbada. Era só aproximar uma carteirinha com chip de um terminalzinho e BIRIRI (sonoplastia de coisa eletrônica), tava feito.

Londrino nativo foi a coisa mais difícil de se achar em Londres. Era uma enfiada de Indiano, Chinês, Sulamericano e por aí vai. Outra coisa que chamou a atenção foi a influência latina que tem na cidade. A cidade foi fundada por romanos na margem norte do rio Tâmisa em 43d.c. com o nome de Londinium. Ate hoje é visivel nos monumentos e arquitetura da parte antiga da cidade traços romanos.

As gurias moram em uma região ao nordeste do centro da cidade, onde a estação de metrô mais próxima é Manor House. Dava uma jornada de uma hora entre a casa delas e o centro. No caminho pra casa delas agente passava por um bairro altamente povoado por judeus ortodoxos, aqueles que usam as roupas todas pretas, cartolinha e as tranças na lateral da cabeça (vulgo suissa). Ate as crianças andavam travestidas a rigor.

Comida foi outra coisa que nos chamou a atenção por causa do baixo custo. Mesmo com o Câmbio de euros pra libras sendo 13% desfavorável pra nós, achamos muito barato alimentação por aquelas bandas. Ate nos demos o luxo de comer num rodízio da pizza hut na Oxford Street (rua mais comercial de Londres).

No mais, gostei muito do clima em Portobello Market. Dos pontos tradicionais também, obviamente adorei. A única decepção ficou por conta de Camden Town. Eu fui esperando um mercado com opções de qualidade, mas só achamos produtos chinelões, muitas vezes piores dos que são vendidos nos camelôs de Porto Alegre, Fair Play pros camelôes de Porto! Comentando esse fato com a galera, depois de ter ido lá, ficamos sabendo que na verdade exploramos mal o lugar, e que deveríamos ter investido mais na parte norte do mercado, onde tinha muito mais coisa. Mas paciência, nunca daria para ver tudo de qualquer maneira.

Depois comento alguma coisa sobre Edinburgo, Loch Ness e as Highlands!
Por onde começar...
12:40 | Author: Baile Átha Cliath

Me dei conta que será impossível relatar tudo o que vai acontecer no mochilão de um mês, planejado para junho. Esses 6 dias no Reino Unido foram mais que suficientes pra eu ver isso.

Fizemos todo o possível para aproveitar o tempo ao máximo. Sem noites em boatezinha ate tarde da noite porque, graças a deus, eu e o André temos um "tipo de turismo" parecido e não queríamos sacrificar as energias do dia seguinte. O jeito foi acordar cedo, planejar bem o dia para não precisar voltar pra casa (perdendo tempo em transporte e passando por lugares já conhecidos) e voltar pra casa já de noite. Os gastos foram muito pequenos. Não fosse pela minha gana por compras em Londres, teria gastado uma quantia irrisória. O corn flakes com leite (caixa de 3litros, obrigado Tesco) em Londres deu na mosca pros 4 dias que ficamos por lá. Pelo quanto aproveitamos o passeio e pelo pouco que gastamos, deixou a sensação de que o mochilão não acaba na Itália junto com a grana, mas que provavelmente conseguiremos copar o sul da França e a Espanha.
Oxegen na cabeça!
21:37 | Author: Baile Átha Cliath

"Save the complaints
For a party conversation.
The world is loaded,
It's lit to pop and nobody is gonna stop...

No one...
No one!
No way!
Gonna stop,
Now; go!"

Feito! Hoje fui lá no shopping Jervis e comprei o ticket de 3 dias com acampamento pro Oxegen ´09. Mesmo sem companhia ainda pra ir, tenho certeza que vai ser afude. Várias bandas que curto muito vão tocar. O acampamento vai ser território fértil pra conhecer uma galera nova. O Patxi já me disse que empresta a barraca dele. Vou fazer o possível pra sai cedo aqui de Dublin pra chegar no lugar do festival o mais rápido possível botando a barraquinha num lugar elevado, obviamente. Ouvi dizer que no ano passado choveu e teve lama na altura do joelho da galera em algumas partes do acampamento.
O festival acontece entre o dia 10 e 12 de julho. Vai ser praticamente como uma despedida da terra das ovelhas e do vento forte.

Hoje eu e o André aproveitamos meu dia de folga do trabalho e agilizamos os últimos detalhes pra viagem pro Reino Unido. Imprimimos as passagens de avião e ônibus, arranjamos os detalhes de como vamos ao aeroporto de Dublin e etc. Daqui a alguns instantes começo a arrumar minha mochila, que por sinal só pode ser de mão e pesar menos de 10kg porque vamos pela Ryanair.
17 de março!
21:29 | Author: Baile Átha Cliath


Dia de St. Patrick pra muitos;
Dia de aniversário do Cauê pra alguns;
Dia normal para outros.

A piadinha aquela de que o tema da minha festinha de aniversário é doende verde foi bem gasta por aqui! 90% da galera travestida de leprechau foi show. Tive que trabalhar de dia até as 18:30, mas, segundo os guri, não perdi muito porque o desfile não foi lá essas coisas. A noite que foi loucura! Nossa, irlandes faz justiça a sua fama - sempre fizeram - beberam pra caralho. Vieram muitos turistas de tudo que é canto do mundo, especialmente frança, espanha e estados unidos. Mas tivemos a oportunidade de ver uma galera do Canada da Itália e por aí vai. Muito afude ver o Temple Bar lotadaço de novo que nem quando era verão! Tava uma atmosfera muito legal. Fomos pra vários pubs e em muitos deles tinha música ao vivo com bandas boas, roqueira e música folk irish.
Foram tantas histórias durante a noite que estamos a dois ou tres dias repassando e competindo pra ver quem é que ganha. Bah o Rodrigo Computer, vulgo cuzido, tava loucão. Encontrou a Russa dele no Eamon Doreans (pub) e deu no meio. Andrézinho até show na rua fez, com direito a briga entre os colegas artistas de rua. Da minha parte não faltou aventura também. Uma hora vi uma guria com perfil de leste europeu e resolvi da no meio. Tava encaminhando o lance, ia levar o caneco pra casa. Daí me chega uma escrota fat ass lá e diz que a deusa é namorada dela. Há, nem dei bola pra gordinha. Mas no meio da minha ignorada a gordinha chega e gruda a minha musa, aí caiu a casa. Me virei e vi os guri olhando com aquela cara incrédula, a torcida por mim tava grande mas ficou por essas.

Semana que vem destino Londres será copada! Liguei onten pro trampo pra ver como fica a minha situação semana que vem, e ,pra minha surpresa, to ganhando bastante horas. Fiz uns calculos por cima e vi que dariam 6 semanas o total de tempo que trabalhei mais que um part-time. Dalé. Uma ótima notícia é que eu e o André vamos conseguir couchsurfing em Edinburgo por dois dias, ou seja, UK pagando nada em acomodação, hehe.
E quase um mês depois...
21:03 | Author: Baile Átha Cliath

Nossa que papelão! Um mês quase sem escrever nada.

Parabéns pra mim pelo meu aniversário antes que eu me esqueça!

Por onde começar...
Bom, deu um período meio negro. Mesmo com a viagem pro reino unido marcada não me senti entesado (palavra que não sei se existe, créditos ao meu pai. Significa com tesão) pelo lance.

Explicando a viagem: Eu e o André estamos rumo a Londres dia 26 de março, agora semana que vem. Hora de dar o troco nas gurias que vieram de Londres aqui pra Dublin final do mes passado. Passaremos uns 3 dias em Londres getting to know the city e aí vamos com a Aninha e a Camila pra Edinburgo! Nossa, mesmo Londres tendo toda a grife que tem, to me emocionando mais pela Escócia.

... voltando
Liguei pra mãe, dei aquela desabafada. Tirei uns pesos das costas e to me sentindo bem melhor agora. Voltei a ficar pilhado.